Organigramas

Porque que os homens arrotam? Peidam-se? e não fazem a depilação? Gostam de menage a troi e por mais que insistam, nós sabemos sempre quando mentem?! Qualquer informação: bulachuda@gmail.com

terça-feira, dezembro 05, 2006

domingo, novembro 26, 2006

Uma coisa chamada gato

É impressionante como faz mudar a nossa vida. E como nos afeiçoamos a ele. E como ele confia em nós. É uma bolinha branca, de olhinho azul, muito meigo e claro, liiiindo! Digam-me, com sinceridade, se não é verdade!


Será que os EXs são sempre assim tão estupidos?

(fotos: Eu no verão de 2005, foto tirada pelo Dinis, meu actual namorado; Eu e o Dinis no Pessegueiro; O Dinis em Vila Nova de Mil Fontes no verão de 2006; Nós na casa da nossa amiga Andreia na passagem de anos de 2006)



Bom, quando vejo casais, que não são hoje casais mas já o foram, e têm uma relação de amizade tão boa pergunto-me: mas porque é que isso só acontece com os outros?
De facto de todos os meus antigos namorados (não que sejam assim tantos) não tenho ligação com nenhum.
Devem ser grandes amigos os EXs. São pessoas que já nos conhecem bem, sabem os nossos defeitos, as nossas virtudes, e muitas das vezes, por já terem tido uma relação amorosa, sabem que isso não volta a acontecer. Alias, isso só pode acontecer aos relacionamentos que ficaram mesmo muito bem defenidos por ambas as partes, e que não há tristezas, recentimentos e sabem que tomaram a decisão certa, porque sabem que não dá mesmo para terem o que tinham um com o outro.
Tal vez tenha sido isso que tenha acontecido comigo, foram relações que terminaram de forma complicada, e que por isso não dão para sorrir e deixar para tras.
Mas uma coisa não compreendo, depois de uns anitos, depois de cada um conhecer pessoas novas, de cada um descobrir a felicidade outra vez, não vejo qual é o problema de voltarmos a contactar novamente aquele antigo namorado. E com ele fazer uma boa amizade.
Foi o que me aconteceu. Naquela brincadeira que é o hi5 - que por acaso não dou muita importancia - descobri lá o que considerava ser um amigo. Uma pessoa com quem namorei 2anos, mas que terminamos sempre com a decisão de sermos sempre amigos, e que nada ia impedir isso. Compreendi o afastamento dele na altura, as coisas não correram da melhor forma mas de facto e apesar de não falar há pelo menos 3anos considerava um amigo. Mas vim a descobrir que afinal não era recíproco, pois convidei-o para a minha lista de amigos e... nepia!

Será que pensa que tenho segundas intensões com ele? É porque se é essa a questão, é preciso ser muito convencido, parvo e anornal! Eu até fiquei feliz de saber que ele tinha conhecido uma nova pessoa, que ele nsiste lá em publicar fotos e tudo isso. E quem me conhece sabe, sou muito feliz com o meu "maxu" (lol) e nunca me passaria tal coisa pela cabeça!
Há pessoas mesmo estupidas!

segunda-feira, outubro 09, 2006

Quais os tipos de amor que há? Parte 1

Com certeza que existem muitos tipos de amor! Os bons e os maus, os de pai e de mãe, os de raptores com segundas intenções. Mas não é esse entendimento que procuro, o que quero entender é o de dentro dos sentimentos românticos (de homens para mulheres, de mulheres para homens e algumas vezes de mulheres para mulheres e de homens para homens). No fundo aqueles que dão BOM sexo e outras coisas mais!
Será que existem muitos tipos de amor? Será a paixão uma delas? Ou é uma coisa a parte?
Ainda me lembro do meu primeiro amor! Era um parvalhão! Mas aí posso usar a frase muito bem:
“O amor é cego!”
Tudo bem que ainda não sabia nada da vida, mas ainda me é incompreensível como fui tão cega. Mas isso (já) não importa, pelo menos não hoje! A verdade é que posso admitir que ao longo dos meus “amores” existiu sempre um grau de intensidade, que é proporcional ao de loucura! (O pior é que normalmente os que menos mereciam eram os que eram mais intensos, talvez seja mesmo assim, se fossem merecedores do meu amor, já não era tão intenso – pode ser que esta questão fique para outro tema um dia, quem sabe!?)
Mas o facto de existir uma intensidade é por si uma diferença para se considerar outro amor?

terça-feira, outubro 03, 2006

infidelidade ou compreensão?


É engraçado o que os homens fazem para se auto-justificarem. São tão insistentes que acabamos por reconhecer o lado deles.

Ontem o meu "macho latino" contou-me algo provocante que lhe aconteceu que questionei se era justo compreender como compreendi!
Ao ir para o trabalho, em hora de ponta, o metro está normalmente cheio, e o pobre rapaz – continuo a considerar que ele não teve culpa nenhuma! - ficou sujeito ao contacto de uma bela mulher! Em tal estado que por mais de se tentasse abstrair não se conteve e ficou em "hora de ponta" (se é que me entendem).

A primeira reacção que tive foi "Este é o meu homem!" A virilidade é algo de que nos possamos orgulhar quando.. é usado para outra mulher? De facto em principio não deveria ser motivo disso, mas confesso que até onde foi usada essa virilidade posso orgulhar-me!

Será que a comunidade "mulher" compreenderia? Uma mulher que se insinua no metro (por exemplo) deve ser aproveitado pelo homem? Somos assim tão egoístas ao ponto de não compreendermos que não passa de puro aproveitamento? Afinal, podemos comparar com comida, gostamos de comer, saboreamos, mas quando estamos de dieta não queremos doces, o facto é se nos encostam uma sobremesa deliciosa na boca... não resistimos!?

Mas começo a considerar que ao contrário de outras mulheres sou pouco (ou nada) egoísta. Considerar que o MEU homem "reagiu" a outra mulher deveria encher-me de ciúmes, mas a verdade é que me enche de brio e orgulho, ao ponto de considerar que "ela deve-me uma!"

Serei eu muito perversa?
Ou pior:
Será que um metro muito cheio justifica o facto de uma mulher se encostar tanto a um homem ao ponto de ele ficar "esperto"? E devo orgulhar-me?


Mais interessante que isso é a reacção que ele pode ter se entender o meu orgulho...

São puras questões

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